terça-feira, 22 de julho de 2014

Treino de 22/07

Hoje os treinos foram de bike (duplo) e musculação.

Primeiro Treino de Bike

Cheguei mais cedo na USP (4:40 da manhã), pois hoje é rodízio do me carro e tenho necessariamente que sair mais cedo ou ficar preso sem andar de carro até as 10:00 horas. Como devo sair mais cedo, chego mais cedo para compensar :-)

Levei tênis para correr, e caso eu não conseguisse sair antes do rodízio, esticaria o treino da bike e encaixaria uma corrida após o pedal.

Bom, esta é uma semana regenerativa (descobri isso hoje de manhã), estava frio (próximo a 10 graus) e escuro, achei melhor não ficar na USP fazendo tanta força depois do treino com a Run & Fun.

Antes do treino, fiz um aquecimento bem forte na bolinha (rotatória na frente da reitoria) usando o clip (aerobar) e girando a 33 km/h em média... Isso é forte para girar no escuro, clipado, fazendo curvas e com alguns ciclistas passando. Não é para me orgulhar ou contar vantagem, é apenas um relato, mas fui o primeiro a colocar a bike para girar na USP hoje de manhã.... Cai da cama mesmo :-) 

Foram 19km de aquecimento, e considerando que a bolinha tem 500 metros, conclui-se que foram 38 voltas na bolinha em aproximadamente 35 minutos.

Não fiquei conversando com a Lu e a Marcinha, coisa que sempre faço... Falei "oi" para elas e para a Karina (Kah), mas também só de passagem... Eu queria girar bem forte, e as meninas estavam ainda aquecendo.

Normalmente a bolinha fica como nesta foto abaixo, mas imagina cheia de bikes e bem escuro como estava de manhã.



O treino de hoje foi 10 minutos giro leve e com 39x19 + 2x (6km 39x15 + 1km 53x19) + completando 90 minutos em 53x21.  Resumindo esta sopa de números, giramos 2 voltas de 6 km com a coroa pequena (volantinho) para atingir a média de 100 pedaladas por minuto, sem preocupar muito com a velocidade. No intervalo, giramos 1 km com a coroa grande (volantão), ainda com velocidade controlada.

Pelotão da Run & Fun, mas eu não estava com este pessoal hoje.

Foram 42 km no total (aquecimento + treino) com velocidade média de 31 km/h. Não tenho o registo da cadência de pedaladas, mas vou arrumar meus sensores da Cervélo P3C para registrar isso nos próximos treinos.




Treino leve, sem muitas novidades ou acontecimentos... Muita gente voltando aos treinos, pelotão cheio dividido em 2, pouca conversa durante os giros.

Segundo Treino de Bike


Como não ia ficar na USP por causa do rodízio, estar na semana regenerativa (ou seja, nada de força) e meu rolo está destruindo o pneu da minha bike em casa, resolvi ir ao Ibirapuera para girar leve com bastante cadência de pedalada. Voltei para casa, deixei o carro, peguei a Caloi Strada (não faz sentido girar com uma TT num parque como o Ibirapuera), e fui para lá.

De forma mais simplificada, o treino complementar foi bom, mas não é para fazer sempre... Ir para o Ibirapuera de bike é um pouco perigoso, girar no parque é bem diferente, voltar cansado não é bom.

O Ibirapuera não foi feito para ciclismo de velocidade, é feito para famílias, cachorros, crianças, tiozinhos e tiazinhas. Até que encontrei uns 5 ou 6 ciclistas de speed, mas não era o lugar próprio. Como estava girando em baixa velocidade e elevada cadência de pedal, o treino foi bom.

Girei com média de 85 pedaladas por segundo, que poderia mais alta, mas tem todo o caminho de ida e volta que derrubam os números. 35 km de distância, com velocidade média de 25 km/h.




Pre-treino: Vitamina + Bisnaguinhas (3)
Pós-treino: Nada

A Musculação

Este é o primeiro post mais detalhado sobre musculação... Preciso, portanto, definir o que acho de fazer musculação.

Para mim, a musculação serve para 3 coisas:
1) Provar para todas as coisas e ações do mundo que sempre existe algo pior (fazer musculação)
2) Dar força muscular
3) Prevenir lesões

Sim, eu odeio musculação... Acho chato, monótono, sem graça, dolorido, "estético", etc...

Mas, precisa né? E muito... a última coisa que quero é uma lesão óssea ou muscular, e puxar ferro vai me ajudar a evitar isso... Dar força também é importante, porque o Ironman é uma prova de endurance e preciso de força e resistência para aguentar as inúmeras horas de prova.

Já estou puxando ferro desde maio, e claro que tem resultado visível, pois estou mais forte e espero que mais rápido... Mas é chato pra ca!*#&$(%][

Bom, posto minha admiração com este "treino", vamos aos exercícios feitos:




Foram 1:15:00 horas de "diversão". Normalmente demoro mais que isso (em média 1:40 horas), porque na academia tem wifi e fico vendo facebook, notícias, conversando com testemunha de jeová, ou qualquer outra coisa que não puxando ferro para passar o tempo, mas hoje o wifi estava desativado então foi rápido. :-)

Hora de descansar, pois descanso faz parte do treinamento (vou escrever depois, é sério muito esta parte do treino).

Pre-treino: Nada
Pós-treino: Nada

Os três pilares de um esportista amador e a mente...

Sempre pensei que fazer esportes era coisa simples... Quer correr? Pega um tênis, coloca um short e vá correr... Quer jogar futebol? pega lá uma chuteira, descola uma bola, vai para o campo e tá tudo certo. Quer nadar? Pula na piscina e tente não se afogar...

Até uma "ex" minha disse-me uma vez que queria começar a correr. Eu respondi para ela comprar um tênis e estaria tudo pronto... Hahahahahahaha, lembro-me disso como se fosse hoje e, ao lembrar, morro de rir de mim mesmo.

Brincar de jogar futebol com o pessoal da família ou amigos, pedalar no final de semana, fazer provas de curta distância, nadar na piscina do clube, andar de patins, seja qual for o exercício que goste de fazer, até podem ser feitos sem uma preparação de corpo e mente. Mas quando se começa a gostar muito e começamos a pensar muito mais do que apenas a diversão sem compromisso, algumas coisas começam a ficar um pouco mais complexas.

Não estou desencorajando ninguém a parar de jogar a pelada com os amigos, ir para a praia ou parque para jogar volley ou andar de bike... muito pelo contrário, tem que ir a um médico, ver se está tudo bem, e fazer o que gosta sempre... 

Voltando aos pilares (tópico deste post), descobri que fazer esporte amador precisa muito mais do que boa vontade e alguns acessórios... No meu caso, eu não conseguira fazer muito sem uma assessoria esportiva me passando coordenadas e treinos. 

Mas (sempre tem um mas), não é bem só isso... Além do fato de temos que comer bem (vou falar nisso mais a frente, espero - risos) e fazer muita força nos treinos, tem um terceiro pilar para apoiar a conquista de resultados. A MENTE !!! 

Imagem retirada do Blog IM360 do Fred Beijós IM360 - Ironman 360

Até eu começar a correr, nunca imaginaria como a mente (ou nossa determinação) é importante...  Talvez não seja claro para todos, como não era para mim, e só fui perceber isso quando pensava em ir mais longe ou mais forte, e parava... Sei que meu corpo tinha condições, mas eu desistia do nada.

OBS: Vou colocar aqui o relato de um LEIGO (eu), e me permito estar totalmente engado, porque estou colocando minhas idéias que tiro da minha vida ou com a convivência com amigos, e não tenho a menor pretensão de estar certo.. Feedbacks são bem vindos ;-)

A imagem acima mostra 3 pilares que levam uma pessoa comum a ter uma melhor performance nos esportes. Começando da esquerda (pilar verde), a saúde é importante, saber se temos lesões, se temos todos os nutrientes e energias que o corpo precisa para poder render bem ou se recuperar, como nossos músculos se recompõem ou se fortalecem, se nosso coração, sistema vascular, pulmão, rins e outros órgãos estão funcionando bem e conseguem te empurrar para o objetivo. Normalmente temos apoio de médicos, nutricionistas, fisioterapeutas, amigos entre outros para equilibrar este pilar. Dá para levar numa boa esta base para conseguirmos nossos objetivos.

O pilar da direita (pilar vermelho) representa a dedicação aos treinos, o condicionamento físico, a preparação do corpo na busca do VO2 ideal, no fortalecimento da musculatura, na correta execução do exercício (putz, isso é complexo, merece mais um post especializado), na forma de respirar. Isso se consegue com treinos, com dedicação, com frequência e persistência e infelizmente por um fator genético que não conseguimos mudar. Tá, com uma boa dose de dedicação e força de vontade, dá para condicionar o corpo.

Agora, o que nunca imaginei ser importante é a mente (pilar ao centro, em azul). Pra que precisa pensar para fazer uma corrida? Porque eu preciso de motivação na bike? Eu já fiz X quilômetros, eu consigo fazer mais Y. Não é bem assim, em especial em esportes de endurance. 

Porque? Poxa, porque é a mente forte que te permite correr mais 1 km mais quando você está exausto e acha que suas pernas não conseguem mais mover. Porque é a mente que te tira da cama e te coloca na bike num frio de 2 graus as 5 da manhã. Porque é nossa força de vontade que briga com o desejo delicioso de ficar dormindo ou no sofá vendo um filme legal... 

Quantas e quantas vezes eu estava treinando e tinha uma meta de 10 km para correr e, ao chegar no 5 ou 6 quilômetros, eu desistia sem realmente estar esgotado. O corpo vai fazer força contra SEMPRE, eu normalmente pensava que estava no final de minhas energias, mas na verdade era o corpo procurando "me" enganar para descansar. 

Além disso, a persistência para poder levantar na cama no frio para ir nadar ou pedalar... Ou sair de casa para correr. Ou rejeitar aquele doce maravilhoso, não comer toda a feijoada, ter que ir dormir mais cedo para poder acordar de madrugada e treinar... 

Bom, este post é para falar de algo que bate sempre na porta de um atleta amador (sempre penso se estou fazendo algo certo) e está acontecendo com um camarada amigo meu chamado Fred Beijós (ele é o cara por trás do site IM360, de onde eu tirei a imagem dos pilares), que está na insana jornada de fazer o Ironman em 2015. O caminho do Fred é muito mais complicado que o meu ou de uma pessoa que quer fazer uma prova de Triathlon, pela família e filhos que ele tem e precisam de atenção, pelo trabalho e o novo desafio profissional dele, pela pouca experiência em natação e bike de estrada, até mesmo pelo pouco tempo de corridas de endurance. 

A vantagem do Fred é que ele é extremamente bem relacionado no mundo esportivo, tem um talento em vender idéias e conseguiu montar um projeto pessoal de fazer o Ironman com apoio de empresas e pessoas, e com isso está conseguindo suporte para treinar e seus patrocinadores estão com suas marcas expostas neste caminho duro.

Porque falar disso? Porque esta semana conversamos e ele disse que as vezes pensa em desanimar. Que perdeu um treino de natação, que as vezes pensa em deixar de lado o projeto fantástico que ele montou. (Recomendo entrar no site IM360 e acompanhar este louco junto comigo).

Agora não é mais sobre meu amigo, é sobre todos nós, amadores, que pensamos em parar e desistir, ou se realmente vale a pena. 


O que o Ironman vai me dar assim que terminar a prova? (se eu terminar, claro) NADA !!! Absolutamente nada... Vou ficar dolorido por longas semanas :-)

Porque terminar o longo de 21 km? Não dá para ficar nos 10 km? Pra que fazer uma maratona? Não dá para pegar uma rodovia plana ao invés de pegar subidas em Romeiros?


Bom, minha mente sempre tenta me puxar para o conforto, para a tranquilidade ou para algo que não preciso me esforçar. Só que se meu corpo estiver bem, não vou desistir... Sempre será mais fácil parar, encurtar o treino, deixar para outro dia a natação, comer um chcolatezinho a mais... O que vou tentar fazer neste meu ano sabático e posteriormente é ser mais forte que a minha melhor desculpa... Ser mais forte do que qualquer desânimo.... 




Estou casando? Ainda tem mais, aguenta...  Tá com frio? Vai passar logo... Tá doendo? A dor é passageira, a derrota é para sempre ... (esta última afirmação é questionável, já que a derrota só existe até a próxima tentativa).

Vai ser difícil sim, vai ser duro, vai ser dolorido, vai ser chato, vai ser solitário, vai ser caro, vai ser desgastante, vai ser anti-social, vai ser cedo, vai ser tarde, vai ser noite, vai ser phoda, mas vai ser uma conquista que vou levar para minha vida toda.


O que o Ironman vai me dar ao cruzar a linha de chegada? Nada.... E ABSOLUTAMENTE TUDO :-)



Eu serei um Ironman !!!



segunda-feira, 21 de julho de 2014

Nova semana, tudo tranquilo...

Mais uma semana se inicia... Treinos sem muitos exageros na planilha, temperatura começa a cair, animação em alta...

A Corrida

O treino de hoje aconteceu um pouco mais tarde, e como eu tinha apenas giro com um único tiro de 3 km em ZE, o que não representa tanto desafios, não me preocupei muito com horário... Como não precisaria dos treinadores para fazer o treino, dormi até mais tarde e fui para o Ibirapuera as 7:30.

O treino foi excelente, comecei aquecendo próximo ao pace de 4:55 min/km e aí iniciei o "tiro de 3 km". Consegui manter um pace de 4:30 min/km por 4 km (tá, puxei um pouquinho demais). Depois descansei por uns dois minutos e comece o desaquecimento, e percebi, posteriormente, que o pace ainda girou na casa dos 4:35 min/km.

Ué, não era desaquecer? Era... mas como eu não olhei o Garmin, não vi a velocidade que estava imprimindo e o ritmo estava "encaixado", fui levando e não fiz muita força...




Engraçado, durante a corrida eu lembrei de várias e várias histórias para relatar aqui... Agora já não me lembro de nenhuma delas :-)

Outra coisa que percebi, correndo e principalmente nadando, é que pensamos em coisas diversas neste momento "nosso". Assuntos desconexos, questões da vida, de esporte, de filmes, de sonhos... Putz, como é fértil a mente de uma pessoa que treina, e como isso faz bem... Treinar realmente é uma terapia, faz bem para o corpo e para a mente, pena que eu não me lembro muito do que eu fico pensando nestes momentos de reflexão.

Bom, voltando ao treino, fechei 12 km com pace médio de 4:38 min/km e com um frio bem bem bem forte... Algo em torno de 11 graus e com vento gelado no rosto... Estava de luva, calça e camisa comprida.

Pre-treino: Vitamina, Pos-Treino: Água (esqueci de levar o Whey e Chia)

Foto do parque, com cara de "japonês"...


Encontrei um antigo amigo de PwC (Gutembergue Almeida) correndo... Ele estava bem cansado, fazendo força e não muito rápido... Não sei quanto correu, mas estava bem pregado.

Falei com o pessoal da Run&Fun, que estavam de saída... Falei com a Bernardete (putz, não tenho certeza do nome dela), ajudei ela configurar o Garmin 210 mas não fiz o serviço completo porque ela estava com pressa. 

Parque bem vazio, pelo frio e pelo horário, sem problemas para correr... Tinha um atleta com a camiseta do Ironman treinando forte, o resto quase todos passeando.

A natação

Depois de uma rápida passagem em casa para pegar o material de natação e deixar a roupa molhada, hora de nadar...

Troca de Relógio (Garmin 620 pelo Garmin Swim), sunga e óculos, e cair na água fria... 

O treino foi tranquilo, com um aquecimento de crawl, exercícios de força de perna, 10 tiros de 50 metros de 40 segundos por 20 segundos de descanso e depois soltar... 

Sai da piscina sem mais nenhum aluno nadando... O professor falou: dever cumprido... Concordo com ele, é quase um dever do que um prazer... Eu gosto de nadar, mas entre nadar, pedalar e correr, sou muito mais estes últimos 2. 


O relógio não marcou, mas deu mais de 2km de natação hoje.


Pre e pós treino: Água (não tomo nada para nadar)






Treino de Sábado (19/07) e Domingo (20/07)

Ainda estou matando o backlog de atualizações deste blog, voltar a escrever vai ser legal, mas dá trabalho...

Os treinos não podem parar, e o final de semana é dia de "longão" (no meu caso, dias de longão). Aproveitando a deixa, longão é um treino que normalmente é executado nos finais de semana por conseguirmos mais tempo para o esporte e tem como característica ser mais demorados... Simples, né? Mas algumas pessoas que não são da área dos treinos de endurance podem não saber desta característica de treinamento.

Sábado

O treinamento do sábado foi de corrida sem subidas, executado na USP. A planilha marcava 18 km ZR-ZM no plano (6+6+6). Este treinamento já é planejado para entrar no segundo mês de treinos para a Maratona de Chicago. 

Marquei com meu amigo e parceiro de maratona Waldemar Hamburgo as 07:00 da manhã, mas eram 07:15 e ele não chegou. O Rafael Mattos, amigo do Triathlon estava por lá e sai para treinar com ele.

Fomos conversando a quase todo o treino, o cara é fera em corridas e já teve maratona para 3 horas e 7 minutos... Hoje está acima do peso e sem treinar forte, mas ainda sim, sabe correr bem.

Fizemos a primeira volta de 6km a mais ou menos 4:55 min/km, a segunda em 4:50 min/km e a terceira em 4:45 min/km... Eu estiquei ainda mais 3km para fechar os 21k em ritmo forte.

Tivemos 2 paradas (uma água e um rápido pit stop no banheiro), e o treino me rendeu a melhor marca de meia maratona de 1:41:07. Meu melhor tempo anterior era de 1:43:28 na meia maratona Golden Four de 2013.

Não posso considerar muito este tempo, já que houveram 2 paradas, mas de qualquer forma, o treino foi excelente porque corri leve e sem sentir cansaço... Dava para puxar um pouco mais, mas o Rafa tava com dores nas pernas... 

Tava frio, BEM FRIO, acredito que algo próximo a 11 ou 12 graus... Peso inicial de 72.4 kilos e final 70.8 kilos.


Pre-treino teve BCAA + Vitamina + Gel Gu e pós-treino teve Endurox R4. Muita água e sem Gatorade (acho que Gatorade está me fazendo ter problemas de estômago). 

Domingo

Domingo teve saída com a Route Bike para Mairiporã, considerado um trajeto de nível 5 de subiras (ou seja, o mais forte) com 100km. Estava receoso em fazer esta saída ou ir para a interligação da Imigrantes x Anchieta, que teria 80km e era bem mais fácil (se não me engano, nível 2) com o rítio de P3 (iniciantes), mas eu queria maior volume de distância e com um pessoal um pouco mais forte...

Resolvi arriscar e sair para Mairiporã, torcendo para o nível 5 não judiar muito. Acordei as 6:20, já estava tudo preparado na bike e acessórios, peguei a Caloi Strada (não dá para ir de Cervelo P3 pela quantidade de subidas) e fui para a Route.

Como falei com minha amiga Amanda, não sei se estou ficando mais forte ou se o treino foi leve, porque quase não sofri no treino. Isso é ótimo, não???? Acredito que a resposta seja que estou melhorando, porque a distância foi boa, teve 1018 metros de subidas, e o pessoal reclamou do ritmo. Vamos aos relatos... 

Saímos da Av. dos Bandeirantes pela marginal pinheiros, sentido marginal Tiete as 7:30. O tonto aqui esqueceu de destravar o Garmin e andamos uns 15km até chegar a rodovia dos Bandeirantes sem eu computar o percurso. Burro, né???? Bom, deixa pra lá....

Tava frio... Entre 10 e 11 graus na saída, mas estava bem preparado... 

O grupo deveria ter uns 12 componentes, mais 5 ou 6 da Route Bike e 2 no carro de apoio. Até a entrada da Rodovia dos Bandeirantes foi tudo tranquilo, apenas com a tensão de pedalar na Marginal Pinheiros, mas em pelotão e com carro de apoio atras não dá tanto medo assim.

Neste trajeto estava com fone de ouvidos escutando música no meio do pelotão, e uma menina da Route pediu para eu retirar um dos fones, porque caso alguém precisasse falar comigo ou algum barulho acontecesse, eu não escutaria. Tirei prontamente, pedi desculpas, e disse que era a primeira vez que colocava música, porque como estou indo sempre com a Route nos finais de semana (acho que é o sexto passeio seguido) e ninguém conversa no pelotão, coloquei o fone para me distrair. Coincidentemente ou não, ela foi conversando comigo uma boa parte do trajeto.

Foi legal, ela disse umas 4 ou 5 vezes que namorava e que o namorado dela estava no pelotão mais forte a frente (eu estava no P2 e o namorado dela no P1). Ela deve ter feito isso para deixar claro que estava sendo apenas simpática, mais "tinha dono" :-) Tadinha, deve escutar cantadas direto do pessoal... 

Conversamos de vários aspectos da bike de rodovia, como é legal a integração, o esporte, o tipo de esforço, etc. Mas uma das coisas que mais me marcou foi que ela disse que não gosta do Ironman porque o namorado dela ficou um tempão se dedicando aos treinos (acho que 6 meses) para esta prova, se matou e estava muito preparado, mas no dia da prova ele teve uma crise de labirintite na natação, saiu meio ruim da água, e teve o pneu furado por 3 vezes. Ou seja, não completou a prova. 

Ela disse que isso deixou ele "fora dos eixos" por uns 3 meses, por ter deixado a vida entrado na vibe do Ironman de cabeça.

Fiquei um bom tempo pensativo, porque o que estou fazendo é exatamente o mesmo. O que será que acontecerá comigo se eu me lesionar antes da prova, se durante a natação eu tiver outro bloqueio, se minha bike quebrar, se torcer a perna na maratona do Ironman? 


O que conclui, de forma preliminar, é que estou me preparado para evitar isso.. Estou fazendo musculação de 2 a 3 vezes por semana, treinando forte, fazendo longos, me alimentando bem.... Isso não quer dizer que estarei isento de acontecer um imprevisto, mas o que pode ser previsto está sendo controlado. 

Conversamos mais de rotas de bikes, sobre os treinos que o pessoal da Route faz, sobre bikes TT, entre outras coisas... 

Bom, pegamos 2 a 2 a Rodovia dos Bandeirantes, e o ritmo estava bom. Na saída para o Rodoanel, fura o pneu do puxador de pelotão da Route Bikes, e um pequeno susto em todos... Sem muito atrapalhar, o cara encostou, o pelotão continuou... Rapidinho o pneu foi trocado e o cara já estava pedalando com nós novamente... 

Fomos sentido Caierias, com subidas pequenas e tranquilas... Ritmo bom, girando entre 32 km/h e 33 km/h... 

Parada em um posto na cidade de Mairiporã, para comer um lanche, tomar uma coca-cola, abastecer as caramalholas (garrafinhas de água + isotônico) ir ao banheiro e esticar as pernas....

Na foto, estou ao fundo, na sombra a esquerda, quase não apareci :-(


Depois de uns 20 minutos, voltamos ao pedal e o que nos esperava era uma subida de uns 5 km de extensão e de aproximadamente 200 metros... Até que foi tranquila, esperava muito mais da subida... Eu já sofri mais em trechos de aclives menos ingrimes. 



Depois desta subida que não acabava, o passeio ficou tranquilo... No final da subida, mais um pneu furado, mas agora de uma menina que estava no pelotão... Tadinha, fez força na subida, e perdeu quase toda descida dentro do carro.

Descida forte com médias de 50 km/h, depois um trecho plano com velocidade boa na Rodovia Fernão Dias... Pegamos o finalzinho da Rodovia Dutra já próximo a Sampa, e ai Marginal Tietê bem no comecinho dela. 

Depois teve uma pedalada na marginal, com média de 40 km/h, chegando a picos de 46 km/h. Como isso? Vento a favor, pelotão forte, puxadores forte, asfalto razoável, muita força nas pernas :-)

Pegamos a pinheiros, também quase inteira, cheia de carros e caminhões, mas ainda sob proteção dos carros de apoio. 

Chegada na Route Bikes, e ainda faltava um pouquinho para voltar para casa. Mais uns 10 km pela ciclofaixa naquele anda-e-para de sempre... 

Em resumo, 4 horas e 9 minutos de pedal, com velocidade média de 29.3 km/h e alguns troféus de performance individual. 


Foi um excelente passeio, e alguns aprendizados... Vou criar um tópico no blog chamado DICAS e ai vou relatar o que tenho aprendido.

Final de semana muito bom, treino forte de corrida no sábado, pedal longo e rápido no domingo... 

So far, so good... 


domingo, 20 de julho de 2014

Resumo de Junho

Bom, no post anterior já disse que havia parado de escrever e voltei a pensar na possibilidade de retomar a escrever neste blog para poder recordar, no futuro, os passos que me levaram a chegar na linha de chegada... Será que consegui? 

Este post é para tirar o backlog do mês inteiro de junho... Poxa, deveria ter escrito o dia a dia :-(

Este foi o mês de junho:



Já falei do dia 1 de junho em um post especial Primeiro Triathlon Olímpico.

O que marcou o mês de junho foram os fatos:
  • Teste de 5km no dia 14, quando consegui terminar os 5k em 20 minutos e 38 segundos... Pace médio de 4:07 min/km, o que nunca imaginei conseguir atingir... 
  • Com inicio do frio, parei de nadar no Pacaembú, porque a piscina é aberta e não tem aquecimento, e poderia ficar gripado.
  • Regularidade quase perfeita da musculação 3 vezes por semana. 
  • Início das sessões de Pilates para Triathletas, depois de assistir uns videos no youtube sobre como fortalecer o abdomem (core) para ter benefícios nos três esportes.
  • Regularidade de 100% de bike às terças e quintas
  • Dia 6 fui ver meus pais em Franca, e não treinei natação...  
  • Início dos treinos longos para a Maratona de Chicago, e no dia 7 teve já os primeiros 15 quilômetros.
  • Primeira semana de treinos com a Route Bike, que se tornariam frequentes em julho (e espero que até o Ironman possa fazer um treino longo com eles no final de semana)
Copa do mundo: Assisti quase todos os jogos, torci feito um condenado, e aproveitei bastante meu ano sabático para acompanhar o mundial

Poxa, fazer resumo é ruim... Tanta coisa que pensei e fiz neste mês, um mês especial, e não lembro mais para contar..... :-(

De forma geral, o plano está indo bem... Tenho saudades da minha família, meus pais em especial, mas eles estão torcendo muito por mim.




Primeiro Triathlon Olímpico

Antes de fazer a retrospectiva inteira do mês de junho, vou falar de um acontecimento especial que aconteceu no início deste mês. 

O que se destacou neste mês? MEU PRIMEIRO TRIATHLON OLÍMPICO !!!!! Sim, no dia 1 de Junho fiz a 2 etapa do Troféu Brasil de Triathlon na USP - SP. 

Porque foi importante? Porque foi o primeiro depois de 3 que tentei fazer e não consegui... 

1a. Tentativa 

Tudo começou na prova Triathlon Internacional de Santos, que foi realizada em fevereiro de 2014, e que por motivos meteorológicos (uma chuva feia e um mar muito muito muito mexido), não houve natação. Ou seja, a prova se resumiu a um biathlon de bike + corrida e não pude fazer minha primeira prova de Triathlon na modalidade / distância olímpica. 


 

Foto abaixo o pessoal da Run&Fun




2a Tentativa

A segunda tentativa de fazer o Triathlon Olímpico foi na primeira etapa do Troféu Brasil de 2014, no dia 23 de março, em Santos - SP... Tudo lindo, tudo preparado... Tinha descido para Santos no dia 22, fui dormir cedo, tudo como manda o figurino. 

Acordei as 5:00 da manhã (a largada era tarde, as 8:45, se não me engano), mas fui mais cedo para acompanhar o pessoal do Triathlon Short... Me desloquei ao canal 5 de Santos (acho que era este), encontrei todo mundo, conversei, tomei café, desejei boa prova a todos, etc. etc. etc. 

A Run & Fun (minha assessoria e a quem devo muito deste sonho de fazer um Ironman), estava apoiando os atletas e buscou as inscrições, chip, número da bike, toca, e outros itens do kit do atleta e solicitei a eles o meu kit para poder me preparar e fazer a prova.

O Rafa, um dos treinadores e grande amigo, começou a procurar e não achou meu kit. Disse que o Cássio, outro treinador e grande amigo / parceiro, saberia aonde estava o kit... Já fiquei preocupado, porque não havia mais sacolas na tenda e nem no carro.

Fui procurar o Cássio e depois de algum tempo procurando, já próximo a hora de ir para a área de transição, encontrei o treinador. Pedi para ele me informar aonde estava o kit e senti um ar de desespero no rosto dele. Ele voltou ao local de encontro / barraca da Run & Fun, procurou, procurou, procurou... Entraram um momento o Cássio e o Rafa no carro, e só havia silêncio.... 

O Cássio saiu do carro, pediu desculpas, e disse que por uma falha, haviam esquecido de pegar meu kit.... 

Putz, foi uma das piores sensações que um atleta amador pode sentir... Estava "preparado", tinha treinado muito e estava com a adrenalina lá em cima, e tomei um baque imenso. Lembro-me apenas de pegar minhas mochilas, guardar tudo que já tinha tirado, me despedido de todos e ir embora sem pegar a minha bike... O Rafa, ainda meio sem jeito, me lembrou de pegar a bike...

Foi péssimo, frustante, triste, sem ter o que fazer... Sem o kit, não há chip de controle de tempo, não há touca, não há número da bike... Não poderia fazer a prova, e não poderia retirar o kit no dia... 

Enfim, resumidamente, esta foi a segunda experiência. TRISTE...



3a Tentativa

A terceira tentativa de fazer uma prova de Triathlon Olímpico foi a prova TriRex, que inicialmente era para ser realizada em Itirapina (próximo a São Carlos), mas foi transferida nos últimos dias para Brotas.

Mais uma vez, havia treinado muito, preparado todos os materiais, bike, etc. e desci para Brotas no dia anterior (26 de Abril).

Esta prova foi um grande marco na minha vida de pseudo atleta amador.... Que bom poder escrever sobre ela hoje... De forma negativa, ela me marcou, mas me deu mais força para seguir em frente e mostrar que poderia superar um trauma... Vamos ao relato.




Resumidamente, entrei na água com minha amiga, companheira, parceira, colega, ídola Luciana Branco Porto.... A água estava bem fria, mas nada que assustasse muito... Não nadei antecipadamente antes da largada, só me molhei para sentir a água fria... A Lu estava bem confiante, assim como eu estava... 

Dada a largada... Todos saem se batendo (talvez um dia fale um pouco sobre a natação do triathlon), e eu comecei a nadar... Em 100 ou 200 metros, tive uma crise de não-sei-o-que, e não conseguia mais nadar.... Já tentei explicar isso algumas vezes para diversas pessoas, e não sei dizer porque não conseguia andar... Já havia nadado muito mais do que 1500 metros, a prova era em uma represa com água limpíssima e clara, e eu não conseguia nadar... :-(

Hoje não consigo dizer o que foi mais "dolorido", a frustração de não ter participado da primeira etapa do Troféu Brasil ou este bloqueio em sair para nadar no TriRex. 

Voltei para a margem, fui atendido pelos médicos, e desisti...



Ainda aguardei a Lu terminar a natação, ajudei ela a tirar a roupa de neopreme para que ela iniciasse a transição para a bike... Esperei ela voltar da bike e fiz "pacing" (pacing é o acompanhamento do atleta correndo ao seu lado, permitido em algumas provas) com ela durante a corrida toda (10 km de muita subida). 

A Lu pegou pódio, claro... A Lu é uma "monstrinha", destrói em todas as provas e aniquila as competidoras... No fundo, fiquei feliz por ela e muito frustado por ter travado...




Por isso que o dia 01 de junho, a ser relatado a seguir, foi marcante....

4a. Tentativa


Bom, depois de tentar 3 vezes fazer a prova com 1500 metros de natação, 40 quilômetros de bike e 10 quilômetros de corrida, era a hora de confirmar ou não se conseguiria completar distâncias maiores ou se deveria abortar meu plano de Ironman. 

Era a prova da segunda etapa do Troféu Brasil de Triathlon, realizado na USP em São Paulo.

Claro que estava preocupado, afinal eu sai do mercado de trabalho (ano sabático esportivo) para me dedicar ao Triathlon, e não conseguia terminar uma prova. 

PONTO A FAVOR: A prova não era no oceano
PONTO CONTRA: A natação era na raia da USP, aparentemente suja e comprovadamente muito fria.

Preparação tradicional, malas prontas, kit retirado (por mim), temperatura fria, nervos a flor da pele... Será que eu ia "impacar" de novo? 

O pessoal da Run & Fun estava lá, o Silvio Kerstner (professor de natação em águas abertas), estava lá, muitos amigos... Já disse que estava nervoso?

Diferentemente das outras provas, antes da largada cai na água antes, nadei uns 20 minutos e "reconheci" o terreno (neste caso, a raia de natação). Nadar na USP é ruim porque a raia é cheia de boias para delimitar as "raias" que o pessoal usa para os treinos de remo. Mas, ao dar as braçadas, você vê a borda da raia e sabe que se passar mal, rapidamente tem socorro. 

Comentário prévio: estava nervoso, comi pão / sanduiche antes da natação. 

E lá vai a largada... Estava ao lado da minha amiga, companheira, colega, parceira, Lu....

Foi engraçado, porque ninguém estava esperando a largada naquele momento, haviam pessoas ainda descendo para a água, e vamos todos "nos batendo" para dar as braças...



A primeira volta de 750 metros foi um pouco difícil, porque haviam muitas pessoas juntas e batidas aconteciam com frequência... Na segunda volta, tudo muito bem... 



Sai da água com 33 minutos, um tempo muito bom, que ainda me dá margem a melhorar bastante para provas futuras...  Mas, independente do tempo, sai da água... sai vitorioso por conseguir nadar os 1500 metros.


Pode parecer estranho para um triathleta amador, mas era uma barreira que eu tinha que superar.


A bike foi bem tranquila, fiz muita força, caiu uma caramanhola no trajeto devido as pancadas da bike no asfalto, passei pessoas, fui passado, tudo mais....  Tinha um vento muito forte contra, contra o tempo todo, não importava aonde estivesse indo (risos). Nesta prova da USP, há muitos "cotovelos", o que forçam a desaceleração e aceleração, e derrubam muito a velocidade média da bike. É, é ruim para todos, mas atrapalha quem não tem técnica como eu.

Cheguei para correr e, por algo que eu comi ou bebi, estava me sentindo muito mal... Lembra do sanduiche antes da natação? Não sei bem se foi ele, se for o Gel GU, se foi o Gatorade, se foi a força excessiva da bike, mas cheguei mal na corrida. 

Sensação de estômago pesado, vontade de vomitar e arrotar... Passei os primeiros 5km girando muito alto, acima de 5:15 min/km e a corrida estava acabando comigo... Ai, depois de alguns pequenos (e silenciosos) arrotos (credo, que feio), comecei a melhorar... Terminei os últimos 2km a 5:02 min/km, mas bem cansado....


No meio da corrida, colei em um cara que estava na minha velocidade, viemos no mesmo pace, um dava força para o outro... Foi legal, mas percebia que podia ir muito melhor se não estivesse tão "pesado" no estômago... Já tinha feito 10 km em 44 minutos, mas tá bom, vamos para a chegada e pegar a sofrida medalha de finisher.

Estava feliz... MUITO FELIZ.. Havia finalmente terminado meu primeiro Triathlon Olímpico.


Agradecimentos ao pessoal da Run & Fun, em especial ao Rafa e ao Sales que estavam dando apoio o tempo todo... O Cássio estava competindo no revezamento e pegou pódio.  







A monstrinha da Lu novamente pegou pódio... Acham que ela ia deixar escapar??? É uma fera no Triathlon. Pegou primeiro lugar na categoria dela. Impressionante a dedicação e capacidade da Lu.



Ah, esta prova foi a estreia das minhas rodas novas ZIPP... A bike ficou linda, não?



Ufa, tirava um peso das costas imenso em saber que poderia fazer provas longas de triathlon e natação. Sei que ainda não foi uma prova em oceano, mas acho que a confiança que consegui em nadar em águas abertas de forma avulsa me dão mais tranquilidade para fazer a prova.

Enfim, o monstro já não existia mais...



Preciso dar créditos a Camila, que foi muito companheira, amiga e presente nas 3 últimas tentativas de fazer esta distância no Triathlon. Me deu apoio, me consolou, incentivou, torceu, passou frio, calor, viajou e tudo que foi preciso... OBRIGADO !

A vida segue, né?

E que venham novas provas de short, olímpico, meio iron e tudo que precisar para me preparar para o Ironman 2015.

Retomando o blog.... Voltando a maio de 2014

Bom, 

Parei de escrever... 

Achei que teria como lembrar de tudo que aconteceu neste ano sabático dedicado aos esportes em busca do Ironman, mas fui incentivado a voltar a relatar meus passos do dia a dia.... 

Escrever é um pouco massante, e mesmo porque acredito que escrevo só para mim, mas minha amiga Amanda tem razão, posso esquecer detalhes e até dar dicas para pessoas que, por alguma falta do que fazer, quer se dedicar aos treinos e fazer esta prova (risos).

De qualquer forma, OBRIGADO Dona Amanda Cristina, acho que em maio de 2015 eu estarei muito mais feliz pelo apoio que em deu para voltar a escrever, e eu realmente precisava voltar.... 

A vida de um finisher de um Ironman é bem solitária, já me falaram isso... Talvez escrever aqui me deixe um pouco mais "próximo" das pessoas...  

Bom, voltei a escrever... 

O conceito de um finisher pode não ser claro para todos, e vou falar um pouco mais disso em um post no futuro... Hoje é dia de colocar o backlog do ocorrido nos últimos dias aqui...

Vamos lá, o resumo dos treinamentos de maio foi este:




Resumidamente em maio foi o mês que voltei a fazer musculação "a sério" (inicialmente terças e quintas, e mais no final segundas, quartas e sextas) e ainda estava calor, e podia nadar nas terças e quintas no Pacaembú.

OBS: Putz, perdi o mês de maio inteiro de comentários, é difícil sumarizar. 

Outro ponto relevante é realmente a inclusão das natações as terças e quintas, em piscina de 50 metros (piscina olímpica), e me surpreendi com minha performance em piscinas maiores.

Acho que dia 13 choveu, e por isso não fui treinar... Dia 09 eu fui para Franca, e pela viagem não nadei... Dia 10 teve um pedal muito legal com o Adilson Filho, meu amigo (ex-primo) de Franca. Valeu o pedal, professor... 

No sábado dia 24 foi a primeira vez que nadei 3km... FACA NA CAVEIRA na natação... Fiz em 58 minutos estes 3km na piscina do Pacaembú.

O último ponto importante que lembro de maio foi a compra das minhas rodas ZIPP (comprei no dia 27, se não me engano) e coloquei um K7 Dura-ace 6900 que ganhei do meu amigo Caio (treina comigo). OBRIGADO CAIO !!!!! Te devo uma...






Realmente, várias coisas aconteceram em maio... Foi o primeiro mês já focado 100% nos treinos, sem mutias pendências da burocracia do ano sabático a resolver... 

Acho que exagerei um pouco no número de treinos e na intensidade em maio, mas o corpo respondeu bem... Sem dores, sem stress, sem muita cobrança... Acho que foi a empolgação de estar procurando o caminho certo. 

Outra vez, obrigado Amanda miniinfarto.blogspot.com.br e que pena que você não me disse para voltar a escrever bem antes :-)

Bom, daqui a pouco tem mais comentários.