domingo, 27 de julho de 2014

Treino de 27/07

Não houve treino :-)  DAY OFF !!!! \o/

Acordei as 6:00 para ir para a Route Bike, aonde faríamos o trajeto aeroporto de Guarulhos, passando pelas duas marginais (Pinheiros e Tietê) e depois um pouco Airton Senna.


Deveria ser um trajeto de bastante velocidade, pois quase não tem subidas e as rodovias são bem asfaltadas... Era para marcar recordes pessoais. 

MMMMAAASSSSS Ao chegar na Route Bike, estava chovendo....



Não tem problema, fica como um dia de descanso (DAY OFF) e semana que vem tem mais.

Era dia de estrear a roupa nova de ciclismo, que demorou quase 2 meses para chegar... Bom, a roupa é quentinha, vamos ver como ela se comporta após treinos e algumas lavadas.








Vamos descansar !!!!

sábado, 26 de julho de 2014

Qual a importância do movimento dos braços no rendimento da corrida?

Matéria bem interessante do site do Eu Atleta da Globo. Sempre pensei sobre este tipo de dúvida e se estou fazendo algo errado quando corro.


Eu achei útil :-)

Abraços

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - 


Segundo pesquisadores americanos os membros superiores não teriam influência em termos de energia e impulsão do corpo durante uma corrida


homens correndo na esteira eu atleta (Foto: Getty Images)


O papel atribuído ao movimento dos braços na corrida é de ajuda ao movimento, promovendoeconomia de energianesse gesto esportivo. Os braços auxiliariam noequilíbrio do corpobalanceando omovimento das pernas, contribuiriam napropulsão do corpo à frente e até certo ponto também ajudariam na impulsão do corpo para cima.
Todas essas funções, embora muito plausíveis, ainda não tinham sido devidamente comprovadas. Então, pesquisadores da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, decidiram testar a importância dos movimentos dos braços na corrida e publicaram os resultados no início desse ano.
Eles avaliaram 13 corredores que correram em quatro diferentes situações: braços livres, braços atrás do corpo, braços cruzados no peito e braços em cima da cabeça com as mãos entrelaçadas. Em todas as condições foram calculados o gasto energético (através da aferição de oxigênio e gás carbônico) e a força de impulsão na corrida, calculada através de um teste biomecânico.
Com isso os pesquisadores descobriram que o movimento dos braços diminui sim o gasto energético da corrida, pois sem eles o tronco tem que se mover mais para balancear o movimento das pernas, o que gasta mais energia. Porém, nesse teste os braços não mostraram ter qualquer influência sobre a impulsão do corpo na corrida.
Um ponto interessante abordado na pesquisa foi que os corredores não foram instruídos a mover os braços de uma maneira específica. Na condição de “braços livres” eles se movimentaram como costumam fazer em seus treinos, sem orientações comuns como: “mantenha o cotovelo a 90 graus” ou “não deixe cruzar os braços em frente ao tronco”. Dessa forma, cada corredor moveu os braços de uma maneira diferente e mesmo assim todos apresentaram a mesma eficiência na corrida, em termos de energia e impulsão. Com esse resultado a pesquisa propõe que a melhor forma de você mover os braços durante a corrida é a forma que você já move, naturalmente, sem grandes necessidades de intervenção.
Referência: The metabolic cost of human running: is swinging the arms worth it? The Journal of Experimental Biology, 2014.
raquel castanharo CARD NOVO (Foto: Editoria de Arte EU ATLETA)Raquel castanharo CARD NOVO (Foto: Editoria de Arte EU ATLETA)

Treino de 26/07

Hoje o treino foi "apenas" de corrida. Digo "apenas" porque foram só 26 km ;-) 

Treino de Corrida

Hoje tive a enorme honra de poder correr ao lado de dois grandes amigos. O Willian Rodrigues, grande corredor e amigo da Ericsson e o Waldermar Hamburgo, que corre comigo no Ibirapuera e com quem aprendi e evolui muito minha corrida, tentando segui-lo nos treinos. 

Porque honra? Porque são dois ótimos corredores, com tempos excelentes e grandes parceiros. Foi meio que correr com duas lendas do esporte amador e da Run & Fun, sabe? Além de poder acompanhá-los, ficamos conversando e distraindo uns aos outros o percurso todo.

Camaradas, obrigado pela companhia e desculpem segurar o pace de vocês... Ainda preciso comer muito arroz com feijão para um dia chegar perto de vocês.

O Willian tinha treino de 30 km, e girou mais do que eu e o Waldemar, que giramos apenas 26 km. Era o treino da Maratona de Chicago, e eu e o Waldemar vamos nesta prova juntos. 

 


Pena que não consegui encontrar o Willian depois do treino, queria poder tirar uma foto de nós três para poder colocar aqui.

Sobre o treino, a planilha da Run & Fun estava marcando para fazer 26 km com paradas a cada 6 km (6 + 6 + 6 + 6 + 2). 

Fizemos o primeiro giro na USP de 8 km (deu quase 8, faltou uns 300 metros) e estava super bem, pace de 4:50 min/km aproximadamente. Fizemos uma subida do cavalo, que não estava programada, mas deu para levar na boa... O Waldemar, para variar, subiu tranquilamente, e eu e o Willian fizemos um pouco mais de força.

Paramos para a hidratação na rotatória da reitoria (bolinha, QG da Run & Fun).

O segundo giro foi também de 8 km, quase na mesma velocidade e também fizemos a subida do cavalo, e novamente o Waldemar puxou forte. Nesta segunda volta encontramos outro amigo da Ericsson, o veterano e super forte Kato Felix, que estava girando os 30 km dele. 

Paramos novamente para a hidratação, agora com 16 km já percorridos no Garmin, e foi ai que a coisa ficou feia. Eu tinha tomado um gel Gu no inicio do treino, já estacamos com tempo decorrido próximo a 1 hora e 10 minutos de treino, e me sentia bem, só um pouco cansado... Faltavam mais 2 voltas de 6 km (ou uma de 6 km e uma de 4 km) e na saída da volta o Waldemar disse que queria pegar mais leve e não encarar a subida do cavalo, porque estava com uma tendinite na perna esquerda e a subida estava judiando este incômodo. Achei bom, porque já estava meio cansado.

Saímos para a terceira volta, tudo tranquilo, mas o ritmo estava bem forte, algo em torno de 4:40 min/km e o frio apertou. Em média, deve ter feito de 12 a 14 graus, mas o vento gelado e o suor do corpo começaram a fazer força contra. Depois de uns 3 km ou 4 km avisei o pessoal para eles seguirem mais forte pois eu iria diminuir. Eles, cordialmente, me acompanharam e foram mais leves.

A volta estava um pouco mais da metade, e no "pé" da subida do cavalo eu parei e disse para os dois camaradas seguirem sozinhos. O Willian que tinha mais treino seguiu e o Waldemar me fez companhia tomando água no ponto da Run & Fun.

Já estava bem cansado, mas ainda faltava bastante.... Fomos mais leves, e terminamos com uma média de 5:05 min / km. Completamos a volta chegando na bolinha. 

Hidratação na rotatória da reitoria novamente, e o Waldemar disse para sairmos mais leve para a volta de 4 km (não iríamos mais fazer os 6 km). 

Saímos e os primeiros 2 km foram tranquilos, girando próximo a 4:55 min/km. Ai, do nada, acabou o gás. Sei lá o que aconteceu, não aguentava mais... Pensei em desistir algumas vezes, até falei em voz alta, mas não joguei a toalha. Tive que parar para amarrar o tênis, deu até uma tontura, mas seguimos em frente. 

O Waldemar foi um grande companheiro e amigo, não me deixou desistir e me dava força para continuar até o final.

Fechamos com pace bem mais alto, média de 5:10 a 5:15 min/km mas fechamos. 



No final, estava só o pó. Fechamos em 2:10:00 cerca de 26 km. Perdi 1.7 quilos de água e ganhei bolhas no pé pelo suor que desceu ao tênis que "comeu" a meia. No final, o pace médio ficou em 4:58 min/km, nada mal, mas poderia ser bem mais rápido.

ACHO que faltou energia, carboidrato ou algo assim. Tomei apenas um gel GU no início, deveria ter tomado outro depois de 1 hora, e no próximo treino vou tomar para confirmar se era isso.

Não estou cansado, com dores nas pernas ou nada muscular, e por isso acho que faltou mesmo foi energia. Dores só das bolhas no pé :-)



O treino foi ótimo, estava frio sim, mas correr com amigos é sempre uma ótima experiência.

Waldemar e Willian, mais uma vez obrigado pela companhia e desculpem-me por "segurar" o treino de vocês.

Pré-Treino: BCAA + Multi-Vitamínico + Bisnaguinhas
Pós-Treino: Endurox R4 + Frutas

Hora de descansar.  

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Treino de 25/07

Hoje o treino foi apenas de natação. Sexta feira é praticamente um Day Off.

A Natação

O treino de natação foi relativamente leve, o que foi excelente porque ontem exagerei um pouco na musculação e estava com dores no peito / braços. 

Acabei não pedindo para forçar muito, e segui as orientações do Wander da PlanetSports.

O treino começou com 500 metros sendo 50 crawl e 50 costas. Depois foram 500 metros com 100 m de cawl com 50 de perna de crawl. 100 metros de peito e depois o restante em crawl livre.

No total foram 1650 metros em 40 minutos de treino. Dava para fazer um pouco de força, mas deixei para outro dia, quando estiver um pouco mais descansado.
   



Como o treino foi leve, deu para esticar mais as braçadas e isso se refletiu no número de braçadas por piscina. O rendimento também não foi ruim.

Bom, amanhã tem 26 km de corrida... Vamos ver o que vou conseguir fazer.

Peso x Alimentação x Performance

Quando eu comecei a correr, em maio de 2012, eu não imaginava o quanto a relação entre peso e desempenho na corrida (performance) eram intrinsecamente conectados. E, naquela época, eu não estava muito interessado em perder peso e por isso não me importava com ter um "shape" mais polido. 

Ai, comecei a empolgar com a corrida, percebia que conseguia cada vez mais melhorar meu tempo, superar metas e conseguir PR (recordes pessoais) e a brincadeira começou a ficar um pouco mais séria. 

Em agosto de 2012 eu já estava muito envolvido com os treinos e procurando melhorar os fundamentos e a força física, e em um dos treinos noturnos com toda a equipe da Ericsson  e com o treinador Marcos Tadeu (Marquinhos), ele comentava sobre a influência do peso no desempenho. Fiquei com "as orelhas em pé" no que ele falava e, ao final da conversa, disse para ele:

[Daniel]          - Marquinhos, você não sabe o mal que você me fez... 
[Marquinhos] - O que foi que eu fiz?
[Daniel]          - Você acaba de arruinar minha vida, porque quero melhorar meu desempenho e agora só vou pensar em perder peso para poder ir mais longe e mais rápido. Vou ter que cortar todas as coisas gostosas para poder dar um passo a frente.

Era brincadeira, claro, para pegar no pé do Marquinhos e dizer, de forma descontraída, que ele tinha me dado dicas de o que fazer para seguir melhorando. E que eu faria sacrifícios para atingir isso.

E aquilo entrou na minha cabeça de forma muito intensa. Eu não queria emagrecer para ficar mais "bonitinho", atlético ou algo assim. Eu queria emagrecer para poder me superar mais e mais. 

O resultado? O gráfico abaixo mostra um pouco da maldição do equilíbrio entre peso x performance. As barras em laranja mostram o número de calorias (estimadas) gastas em treinos. A linha roxa mostra a evolução do meu peso. 


Bom, existem sempre variações pontuais de peso, como em dezembro e as festas de final de ano ou depois de alguma prova mais dura, após um tempo afastado dos treinamentos, etc... Mas o que consegui perceber é que perder peso foi fundamental para ganhar performance.

Achei isso em um site :
"... Por exemplo, cada meio quilo a mais no seu corpo te custa um esforço extra de 1,5watts na subida (no ciclismo) ou representa 3 segundos a mais por quilômetro (na corrida). "

Assustador a relação física / matemática / comprovada pelo pesquisa, não?

Mas... não é só perder peso... até o contrário, hoje estou lutando para ganhar peso e força muscular com academia, controle alimentar, suplementos, etc. O que precisa ser analisado também é que tipo de peso se perde ou ganha.

No mesmo gráfico do meu peso acima dá para ver a linha roxa (peso) e a linha amarela (gordura). Nosso corpo é formado por ossos, órgãos, água e músculos, entre outros, e o esporte precisa de um equilíbrio bastante sensível para desempenhar suas tarefas. O que não precisamos, em excesso, é de gordura, considerada uma "reserva de energia" pelo corpo. A gordura não funciona apenas como reserva, mas vou deixar a questão biológica para especialistas :-) Mas esta gordura vai te deixar menos eficiente e mais "pesado" para fazer o movimento fluir.

Resumidamente, caso alguém queria melhorar a performance precisam pensar na proporção do seu peso, altura, massa magra (músculos) e massa gorda. Como  precisamos de muita força, ganhar peso pode ser útil, mas a gordura não serve para muita coisa e essa dá para perder.

Hoje atingi o peso de 69 quilos (pesados no final de um treino, ou seja, bastante desidratado e não é meu peso real) e com 9.3 quilos de massa magra. 



Consegui atingir, mesmo que de forma provisória, um percentual de gordura corporal de 13.5%. Atletas profissionais giram em torno de 7% a 10%. 

Do fundo do coração, nunca imaginei chegar a este tipo de peso depois de pesar 96 quilos no início de 2012. E não comecei a correr para poder perder peso, isso foi uma consequência da minha dedicação e depois o controle alimentar passou a fazer parte do dia-a-dia visando melhoria de performance.

Depois de algumas leituras descobri que o exercício é extremamente importante para melhoria da relação entre massa gorda e massa magra. Mas (tem sempre um "mas") as pesquisas apontam que 80% da nossa composição corporal é proveniente do que comemos e 20% de atividades físicas. Fonte: http://simplesciencefitness.com/


Precisamos comer bem, comer saudável, comer apenas o que o corpo precisa... Verduras, frutas, água, proteínas, carboidratos tudo na sua medida correta. 

Eu ainda como chocolates, lasanha, pizza, doces em festas, tomo muito refrigerante zero, como salgadinhos, bolachas / biscoitos, etc. Acho que consegui me reeducar e saber que não preciso me privar de comer estas coisas gostosas, posso comer sim, mas com moderação. 

Ao invés de comer uma barra de chocolate (que eu fazia muito sentado no sofá), eu como um pedaço. Ao invés de comer massa a noite, troco por uma fruta... Dá para viver sem sobremesa? Olha, dá sim. Mas pode comer de vez em quando, né?

Vale um agradecimento neste post. Eu uso uma balança chamada Withings que calcula o peso e o percentual de gordura por bio-impedância (joga um sinal elétrico no pé direito e mede o tempo de chegada no pé esquerdo, e com isso infere a massa magra e gorda). O agradecimento é a Viviane Klein, uma amiga querida, que trouxe a balança dos EUA para mim. Brigaduuu Vivi...

A balança também conecta via WIFI e joga meus dados para os sites que utilizo para acompanhamento de treinos. O legal é gerar gráficos que mostram a evolução do peso no decorrer do tempo... Coisa de nerd, sabe? ;-)



A balança não é 100% precisa, mesmo porque homens e mulheres tem características de armazenamento de gordura em pontos localizados no corpo. Esta balança é bi-polar (dois polos de medição, um em cada pé) e existem balanças tetra-polar (dois nos pés e dois nas mãos) que são mais precisas. Mas, de qualquer forma, ela mostra uma tendência na evolução da massa gorda e massa magra). Se ela erra, ela erra constantemente e dá uma direção de onde está indo seu percentual de gordura. 

Bom, minha meta é ousada.. Chegar de 10% a 12% de gordura para o Ironman 2015 e estar muito bem condicionado fisicamente.

Será que dá? Comer bem estou comendo... Muito bem, viu Dona Heliet?

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Treino de 24/07

Hoje os treinos foram de ciclismo e musculação e corrida. Dia cheio.... 


Treino de Ciclismo / Bike

Pela planilha da Run & Fun, eu não deveria ter treino de bike hoje, já que o planejamento era fazer um trote de 40 minutos de corrida, visando a maratona de Chicago. Mas, como estou numa condição que me permite descansar durante o dia e correr no final da tarde, fui pedalar com o pessoal de madrugada.


A expectativa era de frio, mas os termômetros marcavam algo próximo a 18 graus... Estava confortável, sem vento no início da madrugada. Mesmo assim vestia calça, segunda pele, blusa corta vento, bretelle (bermuda de ciclismo) e camiseta. 

Eram 4:55 da manhã e já estava tirando a bike do carro na rotatória da reitoria da USP.

Antes de começar o aquecimento, consegui configurar meu Garmin Edge para receber dados de cadência de pedalada da Cervélo P3C, já que só funcionava na Caloi Strada. É legal ter esta informação e tentar manter a cadência entre 90 e 100 pedaladas por minuto, como "gente grande" faz. 

Iniciei o aquecimento na bolinha, e hoje fiz companhia para a Lu (Luciana Porto) e a Marcinha durante cerca de 8 quilômetros girando bem tranquilo. O Guilherme chegou depois e ficamos falando de provas de Triathlon e outros assuntos. 

O treino foi um giro leve (pós aquecimento) para depois fazermos 5 tiros de 1 quilômetro em velocidade ritmada (não extremamente forte, mas forte). Podia "clipar" (isto é, usar o clip / aerobar da bicicleta TT para ter menos resistência do vento) e forçar um pouco, mas nada de perder o fôlego.

Tomei uma bronca da Marcinha por estar andando "clipado" na roda do Luiz Vergueiro... Ela tinha toda razão, quando se está no clip não temos como brecar / frear (não há manete de freo no clip / aerobar), e em caso de urgência, isso pode causar acidentes... A Marcinha é a pessoa que mais me dá dicas de Triathlon, de treinos, de suplementos, de tudo.. Ela tem experiência, amigos, vivência... Conversamos bastante, gosto muito das dicas dela e da amizade. Um amor de amiga. 

Para quem não conhece uma bike TT (Time Trial / Contra-Relógio), montei esta imagem para mostrar a diferença do clip e do guidão aonde fica o manete do freio.



Depois dos 5 tiros, ficamos girando na avenida da FEA (Faculdade de Economia, e Administração) da USP, para completar os 90 minutos de treino. A volta maior da USP passando pela portaria está fechada, mas mesmo assim passamos "próximo" a portaria por 2 vezes. Mas o trânsito de carros começou a ficar intenso, e voltamos a girar apenas na FEA.

A parte legal deste treino de hoje é que eu puxei o pelotão após os tiros. O que isso significa? ABSOLUTAMENTE NADA, apenas fiz mais força que todos os outros, porque pegava o vento de frente e fazia vácuo para o resto do pessoal. Nenhum mérito ou vantagem em puxar o pelotão (não sou melhor ou pior que eles ao fazer isso), só é mais esforço e é exatamente isso que preciso. Fora uns 40 a 45 minutos girando assim. O treino todo seu 39 quilômetros bem ritmado. 

Fim de treino (Parte I).

Paramos na rotatória da reitoria (bolinha), e o pessoal começou o alongamento. Eu fui para a ciclovia continuar o treino.

Girei mais 43 quilômetros na ciclovia, com média de 33 km/h e cadência média de 85 rpm. Havia bastante ciclista e algumas capivaras na pista, mas sem nenhum problema de convivência. 




Não peguei roda (isso é, não fiquei atras de nenhum outro ciclista), mesmo porque nas minhas provas de Triathlon não poderei pegar vácuo. Tentei girar sempre acima de 32 km/h, mas as vezes o vento jogava contra e dificultava... Com os retornos, lombadas, buracos e outros pontos, a média de velocidade ficou boa.

Foram 2 voltas e meia na ciclovia, e depois voltei para a USP para guardar a bike, pegar o carro e voltar para casa. 

Fim do treino (Parte II)


Média de 30.7 km/h com 83 quilômetros rodados.

Treino de Musculação

Já falei aqui, odeio musculação... Mas, precisa né? (também já falei isso).

Hoje a musculação até que rendeu bastante, ou o arroz com feijão veio mais forte ou os pesos estavam mais leves :-)



Subi 10 kilos no Leg Press e 10 segundos na pranchinha. Na semana que vem dá para pensar no adutor e abdutor com mais carinho... 

Academia vazia, música no iPhone e exercícios rendendo bem.

Treino de Corrida

Hoje estava programado inicialmente apenas a corrida, em ZR ou ZM de 40 minutos. Bom, sai da musculação, voltei para a casa e começou a chover bem fraquinho. Pensei em correr na esteira, mas depois que se corre em lugares abertos, é difícil voltar a correr em esteira. 

A chuva deu uma trégua, veio um vento frio, mas encarei o Parque do Ibirapuera. 

O parque estava quase vazio, ninguém em sã consciência ia correr na chuva (risos). Poucas pessoas treinando, alguns passeando com o cachorro e outros de skate... As assessorias começam mais tarde (eu fui eram 17:00, normalmente elas começam as 18:30). Blusa pesada, rádio para ficar escutando músicas / notícias e lá vamos nós.



Girei 12 km com pace de 4:55 de média... Até o 8 km estava tranquilo, mas depois começou a fazer frio e minha roupa já estava molhada de suor... Os últimos 4 km foram bem sofridos. Parei para beber uma água nos 10 km, e quase cheguei a desistir, mas lembrei-me que minha mente sempre vai tentar me jogar para a zona de conforto (parar, desistir, acomodar), então decidi ir mais lento mais continuar. 

O placar de hoje foi Mente 0 x 1 Daniel.... E que seja assim todos os dias..



Amanhã é Day Off, só com natação... 








quarta-feira, 23 de julho de 2014

Treino de 23/07

Hoje teve treino de corrida e natação, ainda na semana regenerativa, mas com bastante intensidade na corrida e pauleira na natação.

Treino de Corrida

A planilha de treino apontava o seguinte treino:

3' zr + 6' zm + 6' ze + neuromuscular + 4 x 1' zt i=30" andando + 10' zr + 5' subidas (sobe e desce zm) + 5' zr 

Explicações. Aquecimento de 15 minutos sendo os 3 primeiros minutos em ZR, 6 próximos minutos em ZM e 6 minutos finais em ZE. 

Depois foram 4 tiros de ZT (força máxima) com 30 segundos de descanso, seguidos por 10 minutos de trotes leves e 5 minutos de subidas em ZM. Para finalizar, 5 minutos de trote. 



Treino tranquilo, com alguma intensidade e força para subidas. Os tiros foram em pace entre 3:05 min/km a 3:20 min/km.

Tive a companhia ilustre do treinador Cássio no aquecimento, mas durante os tiros e subidas fiz com o pessoal que está fazendo treinos para maratona. 

Estava frio, mas nem tanto... 15 graus, aproximadamente... A nota ruim do dia é que fui com minhas luvas e voltei sem. Espero que elas apareçam na próxima semana :-(

Pre-treino: Multi-Vitamínico
Pós-Treino: Whey + Chia

Ah, para registro:

ZR - Zona de Recuperação (leve, para recuperar)
ZM - Zona de Manutenção (tranquilo, sem forçar muito, mas com algum esforço)
ZE - Zona de Endurance  (força considerável, ritmo para provas / treino de resistência )
ZT - Zona de Tiro (faca na caveira, força máxima, curta distância)

Minhas zonas, baseadas em exame ergo-espirométrico de janeiro de 2014.



Treino de Natação

A natação, desde a semana passada, está bem puxada... O professor Wander da academia PlanetSports não está pegando leve, e agradeço muito ele por pegar pesado. 

O treino de hoje teve aquecimento de crawl com intervalo de peito, depois séries de 100m de crawl com palmar e flutuador revezando com de 50m de crawl forte (8 vezes). Para finalizar, 6 tiros de 50m de crawl com intervalo de 10 segundos. Para "soltar", 200m livre.

Vi os dados do Garmin Swim e reparei que o número de braçadas e o ritmo médio estão melhorando, e ainda tem trabalho duro para atingir níveis mais fortes. 




Porque o número de braçadas está alto? Porque não "finalizo" bem as braçadas, porque as mãos estão entreabertas, porque não levo mais abaixo os braços durante a remada, porque falta força... Tá bom? :-)

Isso influencia diretamente o ritmo médio.

Foram 2.150 metros de natação com 46 minutos de treino. Not bad... 

Por enquanto, tudo indo bem...